O que é terapia ocupacional? Saiba quando recorrer a esse tipo de tratamento

Fazer terapia para garantir equilíbrio mental, recuperar-se de traumas antigos ou até mesmo superar obstáculos (sejam físicos ou mentais) é algo importante para a saúde de cada indivíduo. A terapia ocupacional, por exemplo, é indicada para todas as faixas etárias e propõe, basicamente, ajudar pessoas que têm dificuldades em realizar atividades básicas cotidianas. Para entender melhor como funciona esse tipo de tratamento e quando ele se torna mais necessário, é só continuar lendo!



Afinal, o que é terapia ocupacional?


Para quem não sabe, a terapia ocupacional desempenha o papel de reabilitar pessoas tanto física quanto mentalmente. O objetivo desse tipo de terapeuta é tratar indivíduos com problemas psicomotores (emocionais, físicos e mentais) e auxiliar na recuperação de traumas e doenças adquiridas. A terapia ocupacional costuma ser muito indicada para pessoas com deficiência física (desde crianças até idosos) - pois estimula o indivíduo a conquistar uma maior independência na realização das tarefas do dia a dia. Pessoas com problemas de autoestima, depressão ou ansiedade também podem recorrer a esse tipo de tratamento para buscar um maior equilíbrio emocional. Ou seja, é uma terapia bem abrangente e benéfica!


Quando é necessário recorrer à terapia ocupacional?


Existem diversas situações que pedem o auxílio da terapia ocupacional. É importante destacar, inclusive, que essa linha terapêutica conta com diferentes meios de atuação: a de reintegração social (voltada para pessoas carentes ou viciados em drogas); a de educação (indicada para crianças com deficiência física, ou com dificuldades de aprendizagem e de alimentação); a de saúde mental (recomendada para quem sofre depressão ou distúrbios psíquicos); a de gerontologia (indicada para cuidar da saúde de idosos); entre outras.

Vale frisar que as atividades propostas na terapia ocupacional não são padronizadas, cabendo ao terapeuta propor um tratamento personalizado de acordo com o paciente. Através de brincadeiras, conversas, atividades de raciocínio e pequenos desafios diários, o profissional da área consegue reabilitar o indivíduo e seguir uma linha de tratamento saudável e ao mesmo tempo divertida.


Para entender melhor quando esse tipo de terapia é necessário, confira os principais casos que são tratados (e recuperados) através dessa linha de tratamento:


- Crianças que não querem comer ou têm dificuldade de aprendizagem.

- Pessoas com deficiência física (desde recém-nascidos até idosos).

- Indivíduos com ansiedade, depressão ou qualquer outro problema psíquico.

- Pessoas com doenças degenerativas.

- Idosos que têm dificuldade de se locomover ou realizar atividades simples cotidianas.